terça-feira, 9 de abril de 2013

A ESTRATÉGIA DA MILITÂNCIA HOMOSSEXUAL

Não importa quão polido e educado você seja. Não importa quão cuidadosamente você escolha os termos da sua afirmação. No momento em que verbaliza sua posição contrária às reivindicações do movimento homossexual, instantaneamente você é acusado de incentivar o ódio contra os homossexuais. A afirmação "Sou contra a união civil e a concessão de direitos especiais aos homossexuais" frequentemente é entendida como "Odeio os homossexuais! Por mim todos morreriam e queimariam no mais profundo do inferno!"

Estou convicto de que não se trata de um simples ruído na comunicação. Não se trata de algo que prejudicou o correto entendimento do receptor. Creio que isso é feito de maneira proposital. Os militantes pró-homossexualismo propositadamente distorcem toda e qualquer manifestação contrária ao seu projeto, como parte de uma estratégia, visando angariar a simpatia do populacho.


Tudo isso faz parte de uma estratégia maquiavélica do movimento LGBT. O Dr. Albert Mohler discorre acerca do empreendimento homossexual. Após falar do Cristianismo como sendo o maior obstáculo diante do movimento, Al Mohler apresenta as táticas sugeridas por Marshall Kirk (pesquisador em neuropsiquiatria) e Hunter Madsen (consultor de relações públicas), que escreveram um livro intituladoAfter the Ball? How America Will Conquer Its Fear and Hatred of Gays in 90’s(Depois do Baile: Como a América Vencerá seu Medo e Ódio aos Gays nos anos 90):
Concebendo seu livro como “um manifesto gay para a década de 90”, os autores recomendam que os homossexuais se apresentem com outra postura, como cidadãos da cultura predominante que exigem tratamento igualitário, e não como uma minoria sexual promíscua que busca maior oportunidade e influência [...]
Retratar os homossexuais como vítimas era essencial à estratégia deles. Oferecendo diversos princípios para o avanço tático em sua causa, os autores apelaram aos homossexuais que se apresentassem como vítimas da sociedade, e não como revolucionários. Se os heterossexuais vissem os gays como sofredores oprimidos, seriam eventualmente “inclinados por reflexão a adotar o papel de protetores”. Essa estratégia, eles disseram, poderia levar a algo semelhante à “conversão” da mentalidade do povo sobre a questão da homossexualidade. “O propósito do retrato de vítima é fazer os heterossexuais se sentirem incomodados”, os autores explicaram. No devido tempo, os heterossexuais poderiam cansar de sentirem-se opressores e chegar a simpatizar com os gays, sentindo-se até compelidos a ajudá-los a reverter a injustiça que a sociedade lhes infligira [...]
As igrejas conservadoras [são] definidas pelos autores como “igrejas que odeiam os homossexuais”, são retratadas como “estagnadas e antiquadas, terrivelmente fora de harmonia com estes tempos e com as últimas descobertas da psicologia”. Outros princípios oferecidos pelos autores incluem o fazer os gays parecerem bons, por identificarem figuras históricas estratégicas como homossexuais secretos e, por outro lado, por fazer os “vitimadores” parecerem maus aos olhos da sociedade.[1]

Os homossexuais fazem amplo uso da tática aqui delineada (leia-se: DISSIMULAÇÃO!). O estereótipo homossexual vendido pela mídia é o de alguém oprimido, humilhado e marginalizado, cujos direitos mais básicos são negligenciados. Eles se apresentam como vítimas, sendo que, apresentam como sendo os piores algozes, os cristãos. Os pregadores cristãos são apresentados pelos encarregados de vender o “produto homossexual” como “histéricos e incultos, falando absurdos com ódio em um nível que chega a ser cômico e perturbador”.[2] Para reforçar o efeito catastrófico dessa tática, os militantes apresentam imagens comoventes de homossexuais, que parecem decentes, como inofensivos, amáveis e, consequentemente, oprimidos pelos pregadores histéricos. Alhures, Mohler diz o seguinte:
Os defensores do casamento homossexual estão fazendo pressão em favor de seu caso e, mesmo com barreiras políticas e legais administrativas, enquadraram a questão de modo que aqueles que se apegam a um conceito bíblico de casamento são colocados na defensiva, e os defensores das relações entre pessoas do mesmo sexo são retratadas como agentes da liberdade, do progresso e da inevitável evolução cultural.[3]

FONTES: [1] Albert Mohler, Jr. Desejo e Engano: O Verdadeiro Preço da Nova Tolerância Sexual. São José dos Campos: Fiel, 2009. p. 86, 87, 88. Ênfase acrescentada.

[2] Ibid. p. 89.

[3] Albert Mohler, Jr. O Casamento Homossexual como um Desafio para a Igreja: reflexões bíblicas e culturais. In: John Piper e Justin Taylor (Orgs.). Sexo e a Supremacia de Cristo. São Paulo: Cultura Cristã, 2009. p. 133. Ênfase acrescentada.

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