quarta-feira, 19 de setembro de 2012

DÉBORA - UMA MÃE EM ISRAEL

Numa época marcada pelas reivindicações do movimento feminista, a figura de Débora pode parecer atrativa. Frequentemente apelos são feitos à narrativa sobre Débora, na tentativa de validar práticas, como a pregação feminina no culto público solene e até mesmo a ordenação feminina aos sagrados ofícios. Linda Belleville, uma feminista radical, na ânsia por legitimar a ordenação feminina, afirmou que, “Débora era tão respeitada que o comandante das suas tropas recusou-se a ir à batalha sem ela”.[1] Não obstante, o propósito da passagem de Juízes 4 não é ensinar a legitimidade do ministério feminino ou a pregação no culto público solene. O objetivo não é afirmar a proeminência da mulher em relação ao homem.

É preciso recordar o contexto no qual Débora viveu, a fim de compreendermos devidamente a passagem, e para que possamos retirar algumas aplicações práticas.

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