segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O PRINCÍPIO REGULADOR E O CANTO NO CULTO - PARTE 2

A extensão do canto nas Escrituras
Tem se argumentado que o termo Paulino pneumatikais, espiritual, se refere a cânticos inspirados pelo Espírito Santo[i]. Mas, nesse sentido, os Salmos bíblicos são os únicos cânticos espirituais? Não, não dá para se negar a existência de outros cânticos inspirados nas Escrituras, além daqueles reunidos no Saltério. Há os cânticos de Moisés (Ex 15.1 —18, Dt32:1-43): Miriam (Ex 15:21), Débora e Baraque (Jz 5:2-31), Davi (2 Sm 22:1-51, 1 Cr 16:8-36), Habacuque (Hb 3:1-19), Maria (Lc 1:46-55), Zacarias (1:67-79), das miríades celestiais (2:14), Simeão (2:29- 32), o apóstolo João (Ap 1:5-7) e os santos na glória (4:8, 11; 5:9-10, 12-13; 7:10, 12, 15-17; 11:15-18; 12:10-12; 15:3-4; 16:5-7; 19:1-8). Há um livro inteiro chamado Cantares de Salomão. O livro de Lamentações é uma coletânea de cinco salmos, incluindo quatro acrósticos. A profecia de Isaías é literalmente cheia de cânticos. É provável que Paulo tenha inserido hinos em suas epístolas (Rm 11:33-36, Fl 2:6-11, 1 Tm 3:16). É difícil acreditar que Deus incluísse tantos cânticos na Bíblia e não pretendesse que fossem cantados!


E, realmente, o povo antigo de Deus, os judeus, cantava nos cultos um repertório muito mais variado que o livro dos Salmos; pois por todo o Antigo Testamento hebraico o leitor pode observar um sistema de cerca de vinte e sete acentos distintos, usados em trinta e seis dos livros, juntos com um sistema de vinte e um acentos especiais usados apenas no livro de Jó, Salmos e Provérbios.[ii] Conforme foi observado por Gesenius, “a intenção primária deles era regular detalhadamente a leitura pública do texto sagrado. A completa transformação e ampliação do sistema..., que logo levou os judeus a esquecerem sua origem real, está claramente ligada à mudança gradual da eloquência na leitura pública para o cantar. Os acentos então serviram como um tipo de notas musicais”.[iii] Portanto, é evidente que os judeus antigos cantavam não apenas o Saltério, mas todo o Antigo Testamento!


Há evidências certas nas Escrituras de que alguns dos profetas cantavam suas profecias. Deus disse a Ezequiel: “Eis que tu és para eles como quem canta canções de amor, que tem voz suave e tange bem; porque ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra” (Ez 33:32). Isto não estabelece um precedente inspirado para o canto de profecias bíblicas?


O cântico de Moisés em Deuteronômio 32 foi escrito sob direção explícita de Deus com a finalidade de ensinar o povo (“Escreverei para vós outros este cântico, e ensinai-o aos filhos de Israel... Assim Moisés naquele mesmo dia escreveu este cântico e o ensinou aos filhos de Israel” [Dt 31:19, 22]). O propósito evidente era inspirar adoração (“Engrandecei o nosso Deus!” [32:3]). Dede que o padrão geral das Escrituras é requerer dos seres humanos obediência contínua aos mandamentos de Deus, a menos que Ele mesmo ordene parar, a razão sugere que é legitmo continuar a fazer uso do cântico no culto. Alguém pode demonstrar nas Escrituras quando cantar não-Salmos no culto veio a ser pecado?


Cantar um Novo Cântico
Além da ordenança para se cantar louvores, várias vezes o povo de Deus é convocado nas Escrituras a cantar um novo cântico: “Entoai-lhe novo cântico, tangei com arte e com júbilo” (Sl 33:3). “E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão essas coisas, temerão, e confiarão no Senhor” (40:3). “Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, todas as terras” (96:1). “Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele tem feito maravilhas; a sua destra e o seu braço santo lhe alcançaram a vitória” (98:1). “A ti, ó Deus, entoarei novo cântico; no saltério de dez cordas te cantarei louvores” (144:9). “Cantai ao Senhor um novo cântico, e o seu louvor na assembléia dbs santos” (149:1). “Cantai ao Senhor um cântico novo, e o seu louvor até as extremidades da terra, vós os que navegais pelo mar, e tudo quanto há nele, vós, terras do mar, e seus moradores” (Is 42:10). “...e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação...” (Ap 5:9). “Entoavam novo cântico diante do trono, diante dos quatro seres viventes, e dos anciões. E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra” (Ap 14:3). É óbvio que o termo pode se referir a outros cânticos que não sejam os que se encontram na coletânea bíblica dos Salmos propriamente (ver Ap 5:9). Já que somos claramente convocados a cantar um novo cântico em adoração a Deus, nossa fidelidade ao princípio regulador não exige que façamos exatamente isso?


Um exemplo no Antigo Testamento de um “novo cântico” cantado no culto é o cântico de adoração que Ezequias compôs depois de estar tão perto da morte: “Cântico de Ezequias, rei de Judá, depois de ter estado doente e se ter restabelecido” (Is 38:9). Seu cântico eloquente finaliza com um inspirado anseio: “O Senhor veio salvar-me; pelo que, tangendo os instrumentos de cordas, nós o louvaremos todos os dias de nossa vida na casa do Senhor” (Is 38:20). O que é interessante é que Isaías usa o possessivo no plural “meus cânticos”[iv]* . Ezequias expressa seu desejo de cantar suas próprias composições em adoração a Deus. Sendo o cântico em Isaías 38 o único cântico de Ezequias encontrado nas Sagradas Escrituras, é evidente que pelo menos um desses seus cânticos que ele desejava cantar na casa do Senhor não é ainda inspirado, e o outro (o que está aqui) não está no livro dos Salmos! É preciso que se pergunte: Ezequias, neste caso, expressou um desejo piedoso ou iníquo? Em resposta é notável que ele nunca seja censurado por expressar esse desejo. Se seu desejo era legítimo, então institui uma ordenança subentendida para que se cante hinos não inspirados.


A Quem Cabe o Dever de Apresentar Provas?
Devido à rica variedade dos Salmos, hinos e cânticos espirituais usados na Bíblia, o dever de apresentar provas repousa sobre os defensores da salmodia exclusiva a fim de demonstrar que os termos que contêm um sentido genérico estabelecido, quando usados em ordenanças para se cantar louvores, são restritos a um sentido especifico. Não é para demonstrar que um determinado termo pode significar o Saltério do Antigo Testamento; antes, é preciso que haja prova de que tal termo tem tal significado. Com respeito a Efésios 5:19 e Colossenses 3:16 os defensores da salmodia exclusiva devem (1) mostrar como o contexto, e não meramente o estudo de uma palavra baseado na literatura de cristãos primitivos, determina que os termos psalmois, humnois e odais se referem apenas aos salmos do Saltério, e que, com esses termos genéricos, Paulo não pode ter querido se referir a nenhum outro tipo de cântico; (2) demonstrar como os leitores originais de Paulo em Efeso e Colossos, recém-convertidos de origem pagã e não judaica, sem terem sido criados num ambiente impregnado pela LXX, teriam por intuição entendido tais termos, empregados sem maiores esclarecimentos, para referirem-se ao Saltério, e (3) explicar como Paulo pôde tão informalmente e sem nenhuma explanação introduzir uma nova limitação radical com relação àquilo que é apropriado cantar, uma discordância com o resto das Escrituras e com mais de quinze séculos de prática da igreja do tempo de Moisés à era apostólica.[v] A menos que o defensor da salmodia consiga fazer isso ele precisa reconhecer que sua salmodia exclusiva é uma mera questão de preferência pessoal, e não um mandamento divino.


Os defensores da salmodia exclusiva convocam a igreja a considerar o que o apóstolo Paulo quis dizer com salmos, hinos e cânticos espirituais (e isto é bom, pois é sempre benéfico tentar entender o intento original das Escrituras). Eles interpelam seus oponentes com a questão: “Há a possibilidade de Paulo ter tido em mente os cânticos de Fanny Crosby?” Mas a questão do que Paulo tinha em mente tem dois gumes. Também deve ser perguntado: Os Salmos metrificados de hoje são o que Paulo tinha em mente ao escrever aquelas-palavras inspiradas? A prática de cantar os Salmos em métrica retrocede ao tempo apostólico? Não se pode justificar uma paráfrase métrica na mesma base em que é justificada uma tradução; uma paráfrase métrica não é uma tradução, mas a paráfrase de uma tradução, e, portanto, um grau aquém da tradução. Cantar um Salmo metrificado não é o mesmo que cantar a Escritura inspirada; os Salmos em métrica, na verdade, são hinos de composição humana parafraseando o Saltério, e não idênticos à Escritura inspirada.[vi]


Os cantores exclusivos dos Salmos sustentam que as Escrituras exigem o uso do cântico inspirado no culto. Mas na prática não há uma controvérsia nesta questão entre aqueles que usam apenas os cânticos inspirados e aqueles que usam não inspirados, pois deve ser lembrado que há poucas, se houver alguma, igrejas que cantam os Salmos na íntegra como estão na Bíblia e rejeitam completamente o uso de paráfrases métricas.


O Princípio Regulador e a Hinologia
Na ausência de um mandamento específico concernente a qual deve ser o exato conteúdo dos cânticos a serem cantados no culto, qual é o princípio que dirige a igreja na escolha de seus cânticos de louvores? Ela tem carte blanche com total autoridade para inovar nesta área? Não, o princípio regulador rejeita isto. Como então o princípio regulador procede? Aplicado à música, o princípio regulador deve ser formulado assim: Deus ordenou que Seu povo Lhe cante louvores em adoração, e as Escrituras estão repletas com exemplos de modelos de cânticos a serem usados. O repertório inclui bem mais que o livro dos Salmos. O conteúdo do cântico apropriado é um assunto que deve ser determinado a partir dos abundantes exemplos bíblicos. Eu estou bem convicto de que os cristãos devem cantar os Salmos bíblicos no culto público e no pessoal. Isto fica claro através dos vários exemplos bíblicos de canto dos Salmos. Se a igreja fosse fiel a este princípio ela teria mais vigor no seu entendimento das Escrituras e daria aos santos uma esperança não vacilante no poder de Deus em cumprir Seu propósito. O canto de musicalizações das traduções padrão das Escrituras devem ser encorajados, embora reconhecidamente as melodias sejam geralmente irregulares e difíceis de aprender. Reconhecendo a dificuldade inerente, eu acredito que a melhor coisa a se fazer logo é suprir isso com o canto dos Salmos metrificados. Todos os cento e cinquenta Salmos devem ser cantados, e, devemos agradecer. Há excelentes Saltérios métricos contendo todos os Salmos.


Mas não hesite a igreja em cantar hinos de composição humana baseados em outras partes das Escrituras além dos Salmos. Deixem os crentes que possuem dons, no espírito de devoção de Ezequias, utilizarem seus talentos dados pelo Senhor escrevendo novos cânticos de louvor a Deus por todos os Seus benefícios. Que a igreja avalie cuidadosamente a música do culto nos termos de sua fidelidade à Palavra de Deus; se vamos ensinar e aconselhar uns aos outros através da música, então os presbíteros não podem fugir da responsabilidade de assegurar que a doutrina correta esteja sendo ensinada nos cânticos que são cantados nos bancos tanto quanto nos sermões que são pregados do púlpito. A hinologia da igreja deve ser “espiritual” (Ef 5:19, Cl 3:16); uma definição completa de “cântico espiritual” é um cântico que contenha as verdades espirituais ensinadas nas Escrituras Sagradas sob a inspiração do Espírito Santo.[vii]


Esta posição é confessional? A Confissão de Fé de Westminster, ao enumerar as “partes do culto religioso” relaciona “o cântico de salmos com graça no coração” (XXI, V). É digno de nota que o termo “salmos” é usado no seu sentido geral de “qualquer cântico sagrado...cantado em culto religioso” (Oxford English Dictionary): a Confissão não especifica “cantar Salmos” ou “cantar os Salmos”.[viii]


Esta posição é histórica? Vale ressaltar que João Calvino, que entre os reformadores “desenvolveu este princípio regulador com clareza e o aplicou com grande consistência na Reforma de Genebra”,[ix] conduziu suas igrejas a cantarem os Salmos metrificados assim como uma variedade de hinos: o decálogo métrico (Os Dez Mandamentos) seguido pelo Kyrie eleison (Senhor, tem misericórdia) depois de cada lei; a Oração do Senhor em uma longa paráfrase, o Credo dos Apóstolos cantado, e o Nunc dimittis (Lc 2:29-32) em métrica.[x]


Ao apóstolo João foi concedido um vislumbre de como seria o culto no céu. Ali a assembléia dos santos canta “Digno é o cordeiro que foi morto” (Ap 5:12). A igreja é instruída a cantar que a vontade de Deus é feita na terra assim como no céu. Isto não mostra que é um desejo expresso de Deus que o Cordeiro seja igualmente louvado pela assembléia dos santos na terra?[xi]


Há um mandamento para se cantar os Salmos no culto? Não. Equanto há mandamentos genéricos para se cantar louvores a Deus, não há nenhuma ordenança para se cantar os Salmos especificamente, e uma análise dos cânticos de adoração nas Escrituras revela que outros materiais além dos Salmos são cantados na adoração. A igreja deve cantar apenas cânticos inspirados no culto? Não. Há repetidas ordenanças para que se cante um novo cântico; além do mais, Ezequias expressou piedosamente um desejo santo de que o povo de Deus cante cânticos não inspirados na casa do Senhor, e nunca foi censurado por isso; seu desejo institui uma ordenança implícita para se cantar hinos não inspirados. Que a igreja louve e exalte Aquele que morreu e ressuscitou com cânticos sagrados que honrem a Deus, cantados rio Espírito, e com harmonia, para a glória de nosso Rei celeste.


Stephen Pribble é pastor da Igreja Presbiteriana Ortodoxa da comunidade da Graça em Holt, Michigan (USA).


FONTE: Revista Os Puritanos. Ano VIII. Nº 3 - Julho/Agosto/Setembro - 2000. pp.23-26.


NOTAS:


[i]Murray, op. cit., p. 13.


[ii] Para uma relação completa veja a “Tabula Accentuum” incluída com o texto hebraico Sibila Hebraica Stuttgartensia (Stuttgart: Deutsche Bibelstiftung, 1967-77).


[iii] A. E. Cowley, tr. e cd. Gesenius’Hebrew GrammarlSegundo a edição e enlarged por E. Kautzsch), segunda edição inglesa (Oxford: Claredon Press, 1910 119821), pp. 57-58.


[iv] A palavra para “meus cânticos” neste caso é neginotay, uma forma de sufixo plural de neginah (compare a forma plural neginoth nos títulos dos Salmos 4, 6, 54, 55, 67 e 76), “música Ide instr. de cordas)” ou “canto (com instr. de corda.?)”, do verbo nagan, significando “tocar (fazer vibrar), um instrumento de corda” (Brown, Driver, Briggs, op. cit., p. 618). O profeta Habacuque usa as mesmas palavras ao encerrar sua o.raçâo inspirada: “Ao mestre de música. Para instrumentos de corda” (Hb 3:19). E digno de atenção que Ezequias diz “cantaremos os meus cânticos” (referindo-se às suas próprias composições), não “teus cânticos” (referindo-se aos cânticos que Deus havia inspirado).


* A tradução inglesa traz “meus cânticos”, o que não ocorre na tradução revista e atualizada João Eerreira de Almeida (NT).


[v] Argumentar meramente que os termos psalmoís, humnois e odais devem se referir aos Salmos bíblicos porque este é o significado da palavra é empregar uma linha de raciocínio similar à usada pelos batistas quando sustentam (baseados no uso em literatura extra-bíblica) que a palavra baptizo quer dizer imersáo; logo, sempre que a acharmos nas Escrituras ela significará imersão e não haverá a possibilidade de significar nada mais.


[vi] Que cristão amante da Bíblia conformaria uma paráfrase métrica à sua Bíblia única? Nós cremos na inspiração verbal; isto é, que as próprias palavras da Escritura são inspiradas, e devem ser preservadas, tão acuradamente quanto possível, em nossas versões, Com razão estamos incomodados com o relaxamento da Bíbila Viva e a linguagem inclusiva da NewRSV Cada um de nós não quer possuir a tradução mais precisa possível?


[vii] Por exemplo: “Santo, Santo, Santo, Deus Onipotente” (Ap 4:8), “Louvam nossas vozes Teu nome com fervor!” (SI 5:3), “Santo, Santo, Santo!” (Ap 4:8), “justo e compassivo” (Ex 34:6), “Es Deus Triúno, excelso Criador!” (Mt 28:19, Mc 14:61).


[viii] Os defensores da salmodia exclusiva fazem muita questão de dizer que a prática dos grandes ministros de Westminster era a salmodia exclusiva. Mas mesmo admitindo isso, continua prevalecendo que o enunciado final adotado por eles foi “cantar saimos” não “cantar Saimos” ou -cantar os Salmos”. Considerando a tendência deles em grafar maiúsculas (ex: Ateísmo, Batismo, Deidade, Idolatria, Escritura Sagrada, Rei, Mediador, Pecado Original, Sacerdote, Profeta, Juiz Supremo, Eiador, Trindade, Virgem Maria, etc.), a escolha deles pela minúscula s em “salmos” faz toda a diferença. Os presbiterianos não são obrigados a se orientar pela prática dos grandes reformadores e puritanos, mas pelas declarações da Confissão.


[ix] William Young, The Puritan PrincipIe oíWorship(Vienna, Virginia: The Publications Committee of the Presbyterian Reformed Church, n.d.),p.4.


[x] “Calvin’s Erench Rites at Strasbourg and Geneva” em William D. Maxwell, A History of Christian Worship, Grand Rapids: Baker Book House, 1936 [1982], pp. 112-119.


[xi] A palavra “cordeiro” não aparece em nenhum dos Salmos; “ovelha” e “carneiro”, quando ocorrem, se referem ao animal (8:7), aos santos (44:11, 22; 74:1; 78:52; 79:13; 95:7; 100:3; 119:176; 144:13) ou ao ímpio (49:14), não a Cristo.

2 comentários:

Antonio Batalha disse...

Ao passar encontrei seu blog, li algumas coisas e fiquei ciente de que o autor é um vaso nas mãos de Jesus,creio que é algo importante ser-se rendido e submetido ao serviço do Mestre, é bom encontrar blogs onde o autor não tenha medo de desmascarar o pecado venha ele de onde vier.Sei que ninguém é perfeito, mas o que caminha para a perfeição deixa atrás de si o que impede de ser perfeito.
Deixo a paz de Jesus e minhas saudações.
Ps. Gostava que pertencesse aos meus amigos e seguidores na Verdade Que Liberta.

Jessé Neto disse...

Muito Interessante

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