segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SOBRE A SUBSCRIÇÃO CONFESSIONAL - LI E GOSTEI!

“Uma igreja, uma denominação que descuida da fidelidade confessional, da acurácia do ensino de seus presbíteros e ministros, da integridade e da unidade da fé que Paulo tão veementemente solicitou aos filipenses, está fadada a perder sua identidade; perdendo sua identidade, está fadada a manter em suas próprias fileiras crentes e oficiais que abraçam e se contentam com desvios, distorções e heresias que outros crentes e oficiais da mesma denominação combatem. Que resulta disto? Uma agradável e ecumênica convivência fraternal na multiplicidade de interpretações? Jamais! Ao contrário, uma dispersão tão grande de pontos de vista que soa mal e parece estranha aos que enxergam de fora. É uma sensação de desconforto e mal-estar àqueles que, estando dentro, não veem meios de conciliar tais ideias discrepantes”.

FONTE: Ulisses Horta Simões. A Subscrição Confessional: Necessidade, Relevância e Extensão. Belo Horizonte: Efrata, 2002. p. 67.

“Estou seguro em afirmar que podemos classificar como leviandade, nada menos do que isto, a subscrição que alguém faz a um símbolo de fé sem saber exatamente o que está subscrevendo. A subscrição precisa ser inteiramente consciente, após um exame criterioso do documento que se vai subscrever. Por outro lado, podemos classificar como uma incongruência grosseira e desonesta a subscrição que alguém faz a um símbolo de fé sabendo o que está fazendo, isto é, afirmando que crê no conteúdo do mesmo e conhecendo esse conteúdo, mas se desviando de segui-lo na prática, ou mesmo deixando de “batalhar diligentemente” por esta fé uma vez por todas entregue aos santos (Jd 3)”.

FONTE: Ulisses Horta Simões. A Subscrição Confessional: Necessidade, Relevância e Extensão. p. 73.

“Que pentecostais e carismáticos, que não têm qualquer compromisso com uma exposição ou interpretação confessional identificada com um sistema, o admitam, vá lá; é até admissível (embora ainda questionável). Mas que um ministro ou outro oficial de uma igreja confessional – a Presbiteriana, por exemplo – que subscreve padrões como os de Westminster por exemplo, os quais se pronunciam de uma maneira tão contundente sobre o assunto logo em seu capítulo inicial, admita tal tipo de categorização de revelação, aceitando as de cunho contemporâneo, isto é de estranhar (e lamentar)”.

FONTE: Ulisses Horta Simões. A Subscrição Confessional: Necessidade, Relevância e Extensão. p. 77-78.

2 comentários:

ismael disse...

Onde posso conseguir este livro? Parece que eles não tem site.

Ewerton B. Tokashiki disse...

Você poderá adquiri no Seminário Presbiteriano Denoel Eller em Belo Horizonte.

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