quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS

INTRODUÇÃO

O Dia de Ação de Graças é comemorado na 4ª quinta-feira de novembro em vários países do mundo. Trata-se de um dia especial, quando milhões de pessoas se reúnem para se alegrarem e festejarem. A grande maioria, porém, não sabe ou, simplesmente, desconsidera a razão do nome desse dia. O sentido, o significado e a importância do Dia de Ação de Graças tem caído no esquecimento para a grande maioria daqueles que se dizem cristãos. Este, se tornou apenas mais um dia festivo, mais uma desculpa para festas e jantares.


Pouca gente sabe que o surgimento do Dia de Ação de Graças está com os colonizadores do que hoje é a nação norte-americana. Estes colonizadores eram puritanos, conhecidos como Pais Peregrinos. Eles tiveram que abandonar a Inglaterra por causa das perseguições e embarcaram para a Nova Inglaterra (hoje Estados Unidos) num pequeno navio chamado Mayflower (Flor de Maio) em agosto de 1620.


No dia 21 de dezembro de 1620, cerca de cem desses “Peregrinos” desembarcaram numa baía chamada de Cape Cod na colônia de Massachusetts, e fundaram a comunidade de Plymouth. Interessante, é que o interesse deles era desembarcar não nessa baía, mas sim na colônia da Virgínia. O desembarque em Cape Cod foi providência de Deus, pois se eles tivessem desembarcado na Virgínia, eles seriam perseguidos como na Inglaterra. Dos cem Peregrinos, cerca de trinta e cinco eram presbiterianos.


Pelo menos cinquenta dos Peregrinos morreram no primeiro inverno rigoroso. Eles possuíam poucos equipamentos para lavrar a terra e para suportar o rigor do inverno. Providencialmente, eles contaram com a ajuda dos nativos norte-americanos. Os nativos se tornaram amigos e providenciaram comida para aos Peregrinos. Com a convivência, no inverno seguinte, eles conseguiram boas plantações conseguiram permanecer vivos, além de se expandirem. Eles consideraram que isso era a bênção de Deus sobre as suas vidas. Deus tinha lhes dado condições de derrotarem as adversidades. Por isso, era hora de comemorar. Eles organizaram uma grande festa, que também contou com a participação dos nativos que tinham lhes ajudado. Esta grande festa teve repercussões em todo o território americano, sendo repetida ano após ano. Posteriormente, ela foi oficializada como feriado nacional americano e ficou conhecida como Dia de Ação de Graças.

Hoje, várias nações ao redor do mundo comemoram o Dia de Ação de Graças. Infelizmente, nem sempre como a recordação da bondade e do cuidado paternal de Deus, em conceder aos seres humanos bênçãos imerecidas. No entanto, seguindo o exemplo dos pais puritanos, precisamos ter em nossa mente que a razão de ser dessa data está em Deus, apenas em Deus.

O SALMO 138

o Salmo 138, é claramente um salmo de ação de graças que termina com um ato de confiança e uma súplica.[1] Nele, o salmista expressa grande alegria diante do Senhor porque alguma coisa saíra bem, porque as circunstâncias eram boas.[2] O salmista Davi entende como propício bendizer o senhor e render-lhe graças “ao recordar a ajuda singular que Deus sempre lhe outorgara (a experiência que desfrutara de sua fidelidade e bondade)”.[3]

Não temos como precisar qual o momento específico da vida de Davi quando ele escreveu este salmo. O salmo traz indicações que a ação de graças em questão se deu por conta de algum livramento dos inimigos que Deus concedeu a Davi (cf. vv. 3,6,7). O que é certo, é que Davi passou por inúmeras dificuldades, sendo perseguido por um de seus filhos, a ponto de ter de fugir. O que é certo, é que quando se encontrou em meio a terríveis desafios, Davi clamou pelo Senhor, e foi atendido em suas súplicas. O Senhor se compadeceu dele.

No que diz respeito à sua estrutura, o Salmo 138 pode ser dividido em duas partes: 1) Um olhar grato para o passado por causa das experiências que Davi teve com a misericórdia e a fidelidade do Senhor (vv. 1-3); e 2) Um olhar cheio de conforto e esperança para o futuro (vv. 4-8). O que é importante para nós, é que este salmo nos oferece também duas posturas que nunca devem estar ausentes de nossa caminhada cristã. Com base nisso, gostaria de refletir a respeito das doces e sublimes verdades que podemos contemplar neste salmo.

AS AÇÕES DE DEUS NO PASSADO DEVEM MOTIVAR NOSSA PROFUNDA GRATIDÃO E FUNDAMENTAR NOSSA VIVA ESPERANÇA


Verifiquemos a primeira parte do nosso tema:


I – AS AÇÕES DE DEUS NO PASSADO DEVEM MOTIVAR NOSSA PROFUNDA GRATIDÃO (vv. 1-3)


“Render-te-ei graças, SENHOR, de todo o meu coração; na presença dos poderosos te cantarei louvores. Prostrar-me-ei para o teu santo templo e louvarei o teu nome, por causa da tua misericórdia e da tua verdade, pois magnificaste acima de tudo o teu nome e a tua palavra. No dia em que eu clamei, tu me acudiste e alentaste a força da minha alma”.


Davi inicia com uma declaração de que louvaria ao Senhor e renderia graças a Ele com inteireza de coração. É como se ele dissesse: “Render-te-ei graças, Senhor, como tudo aquilo que está dentro de mim, com inteireza de devoção e afeto, com todo o fervor de que sou capaz”. Uma ação de graças verdadeira não pode ser apenas de lábios. Ao dizer que louvaria o Senhor com todo o seu coração, Davi queria expressar que seu louvor, sua ação de graças não seria apenas de lábios, mas sim com um coração sincero e não dividido.[4]


Algo que também podemos perceber em Davi é a sua disposição de louvar a Deus na presença “dos poderosos” (~yhiäl{a/). Essa palavra pode ser traduzida como “deuses”. Isso pode significar que a ação de graças deve ser prestada apenas a Deus em contraste com a adoração prestada aos falsos deuses. No entanto, pode significar também que mesmo na presença dos grandes reis da terra o Senhor deve ser o alvo de nossa devoção e de nossa gratidão.


No versículo 2, nós podemos encontrar o motivo da adoração do salmista Davi: “Prostrar-me-ei para o teu santo templo e louvarei o teu nome, por causa da tua misericórdia e da tua verdade, pois magnificaste acima de tudo o teu nome e a tua palavra”. Davi experimentara a misericórdia e a verdade do Senhor. Interessante é que as palavras usadas para “misericórdia” (ds,x,) e “verdade” (tm,a/) possuem vários significados. Elas podem ser traduzidas, respectivamente, como: “bondade”, “afeição”, “bondade amorosa”[5] e “firmeza, fidelidade e verdade”.[6] Deus havia dispensado seu amor, sua bondade, sua misericórdia, sua fidelidade e verdade a Davi. Estes atributos divinos eram grande fonte de conforto para Davi. Da mesma forma, a bondade, a misericórdia, a verdade e a fidelidade de Deus devem ser grandes fontes de conforto e grande motivadores à ação de graças que devemos prestar ao Senhor.


Por um instante, tentemos mensurar quantas vezes o Senhor já nos abençoou imerecidamente. Quantas e quantas vezes o Senhor já demonstrou sua misericórdia para nós? Lemos na Palavra de Deus que as misericórdias de Deus se renovam a cada manhã (Lamentações 3.23). Então, devemos perceber, o número de dias de vida que temos é parte do número de manifestações da misericórdia de Deus para conosco. Sim, é apenas uma parte, pois durante um dia, Deus ainda se mostra misericordioso em inúmeras ocasiões. Sempre que fazemos o mal, que pecamos e que não recebemos o que os nossos atos merecem. Em todas estas ocasiões o Senhor é misericordioso. Além disso, lembremos das inúmeras vezes em que o Senhor demonstrou sua bondade a cada um de nós: respondendo nossas orações; livrando cada um de nós de perigos, muitos dos quais sequer percebemos; abençoando as obras de nossas mãos; concedendo bênçãos materiais que muitas vezes são usadas por nós como motivos para nos afastarmos dele. Interessante que muitas vezes nos apegamos ao fato de que se algo servir para nos fazer mal, Deus não concederá o que pedimos. Mas é impressionante como mesmo aquilo que não é mau em si mesmo, muitas vezes é usado por nós de maneira ruim. É incrível a nossa capacidade de pegarmos as boas dádivas, os bons presentes do nosso Pai celestial e transformá-los em maldições para nossas vidas. Fazemos mau uso da bondade do Senhor.


Pensemos em como o Senhor é bondoso, misericordioso, verdadeiro e fiel. Que sentimentos são despertados em nossos corações ao lembrarmos isso? Gratidão? Ou será que conseguiremos permanecer frios, inertes, estagnados diante de Deus?


O versículo 3 nos mostra o clamor de um necessitado e o testemunho da resposta de Deus: “No dia em que eu clamei, tu me acudiste e alentaste a força da minha alma”. “Davi infere que seu escape do perigo não podia ter sido fortuito, pois transpareceu claramente que Deus lhe respondera”.[7] Nossas orações revelam mais da bondade de Deus. Isso se dá pela confiança demonstrada ao fazermos o pedido e culmina com o atendimento às nossas petições. Por que ele nos responde? Porque é bondoso! Em nós não há bondade nenhuma! Entretanto, em Deus reside a plenitude da bondade. Foi por isso que Jesus Cristo afirmou que “ninguém é bom senão um, que é Deus” (Marcos 10.18). Além disso, algo que aprendemos com Davi, é que ninguém poderá obter resposta alguma da parte do Senhor sem oração. A oração é vital, é essencial para o relacionamento entre Deus e o seu povo.


Em muitas ocasiões o Senhor retém suas bênçãos exatamente porque o seu povo não tem nenhum prazer na oração. Nossos cultos de oração são provas disso. Não me refiro apenas a bênçãos temporais e materiais. Estou afirmando que muitas vezes não recebemos nem mesmo ânimo, alento, força espiritual, como Davi recebeu simplesmente porque não oramos. Hoje em dia, vejo pessoas que amam ser abençoadas, que proclamam que Deus é fiel, tentando colocar o Senhor em um pré-moldado, mas que não têm nenhum prazer na oração; não têm tempo para erguer um clamor; não têm disposição para suplicar aos pés da cruz.


É impressionante como ao finalizarmos uma oração, o nosso ânimo está renovado, nossas forças estão refeitas. Isso é mais uma prova da bondade de Deus. Não temos forças em nós mesmos, mas Ele fortalece as nossas forças. Ele faz isso para que possamos resistir às cargas e aos fardos diários. Então, resistamos às tentações, apeguemo-nos fortemente a Ele, com fé, e esperemos com paciência o que o futuro trará.


Quantas orações tuas o Senhor já respondeu? Em quantos clamores você já foi acudido? Você tem sido grato?


Agora, passemos à segunda parte do nosso tema:


II – AS AÇÕES DE DEUS NO PASSADO DEVEM FUNDAMENTAR NOSSA VIVA ESPERANÇA (vv. 4-8)


“Render-te-ão graças, ó SENHOR, todos os reis da terra, quando ouvirem as palavras da tua boca, e cantarão os caminhos do SENHOR, pois grande é a glória do SENHOR. O SENHOR é excelso, contudo, atenta para os humildes; os soberbos, ele os conhece de longe. Se ando em meio à tribulação, tu me refazes a vida; estendes a mão contra a ira dos meus inimigos; a tua destra me salva. O que a mim me concerne o SENHOR levará a bom termo; a tua misericórdia, ó SENHOR, dura para sempre; não desampares as obras das tuas mãos”.


Tudo o que Deus operou no passado deve nos fazer olhar para o futuro com grande expectativa. Foi assim com Davi e deve ser assim também com cada um de nós. O Senhor havia sido misericordioso, bondoso, verdadeiro e fiel. Isso despertou em Davi um sentimento incontrolável de gratidão. Além disso, fez com que o servo do Senhor olhasse para um período mais à frente. Ele expressa sua viva esperança nos versículos 4 e 5: “Render-te-ão graças, ó SENHOR, todos os reis da terra, quando ouvirem as palavras da tua boca, e cantarão os caminhos do SENHOR, pois grande é a glória do SENHOR”. Davi olhou e contemplou um tempo futuro quando todos os governantes da terra dobrarão seus joelhos e com as suas línguas confessarão a soberania e a supremacia do Senhor Jesus Cristo.


Hoje, o mundo se encontra num completo caos moral e espiritual. Temos governantes que não temem a Deus. Mesmo aqueles que se declaram crentes estão procedendo como ímpios, como pessoas que não temem a Deus. Nossos governantes desafiam o Senhor abertamente com os seus pecados e com as suas declarações arrogantes, aprovando leis que afrontam a Palavra do Senhor. Entretanto, chegará o dia quando todos os reis da terra renderão graças a Deus, dobrarão seus joelhos em reverência e cantarão os caminhos do Senhor. Isso é confiança demonstrada!


Davi, ao olhar para o futuro, “declara sua confiança nesse grande Deus. Ele reconhece de forma realista que ainda não passou pelo pior das angústias, mas tem a certeza de que o Deus que dá vida está por trás dele, pronto para intervir em seu favor”.[8] Vejam o que diz o versículo 7: “Se ando em meio à tribulação, tu me refazes a vida; estendes a mão contra a ira dos meus inimigos; a tua destra me salva”. Esse versículo é impressionante e traz uma lição muito importante. Nós não gostamos de sofrer. Nós somos completamente avessos ao sofrimento. O que você mais deseja? Não seria não sofrer? Pois bem, Davi nos ensina o quanto estamos errados. Nosso maior desejo deve ser o de receber consolo, fortalecimento, conforto e misericórdia da parte de Deus. No mundo estamos constantemente expostos a perigos. Aprendamos com Davi, então, que o Senhor sempre renovará a nossa vida mesmo em meio a tribulações, angústias e perseguições. A mão de Deus sempre está e sempre estará estendida para nos socorrer e nos salvar. O verbo traduzido como “refazes” (ynIYEïx;ñT.) significa “preservas”.


O versículo final do Salmo 138, o versículo 8, afirma o seguinte: “O que a mim me concerne o SENHOR levará a bom termo; a tua misericórdia, ó SENHOR, dura para sempre; não desampares as obras das tuas mãos”. Este versículo “é uma das mais belas profissões de confiança em Deus”.[9] Aqui, Davi declara “até o final sua dependência de Deus”.[10] Davi confiava que o futuro seria um período no qual ele continuaria debaixo da misericórdia e da bondade de Deus. Ele diz: “O que a mim me concerne o SENHOR levará a bom termo”. Com isso ele quer dizer que, Deus completará a obra iniciada na vida de Davi. O verbo traduzido como “levará a bom termo” (rm;G") significa “completar”, “finalizar”, “terminar”.[11] Onde será que já lemos algo parecido? Sim, na Epístola de Paulo aos Filipenses: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (1.6).


As ações de Deus realizadas no passado deram a Davi uma certeza inabalável de que ele receberia o cuidado contínuo do Senhor. A misericórdia experimentada no passado era a mesma do presente, e continuaria a mesma no futuro. Nosso Deus é imutável, ele não muda. Essa é a razão da confiança de Davi: “a tua misericórdia, ó SENHOR, dura para sempre”. Não pode haver dúvidas de nossa parte de que “a maneira de manter boa esperança em meio aos perigos é fixar os olhos na bondade de Deus, na qual repousa nosso livramento”.[12] A salvação que nos foi outorgada não é passageira, não é evanescente.


Interessante, é que mesmo tendo tamanha confiança e tamanha certeza da imutabilidade da misericórdia e da bondade divinas, Davi acha oportuno encerrar este salmo com uma singela e sincera oração: “não desampares as obras das tuas mãos”. Mesmo Deus prometendo em sua Palavra que jamais nos abandonará e que não deixará a obra das suas mãos incompleta, ainda assim é necessário orarmos, suplicarmos, pedirmos sempre a Deus para que ele não nos desampare. Temos aqui soberania divina e responsabilidade humana andando juntas. Isso é importante! Nunca vi uma época como a presente quando as pessoas fazem tão mau uso da doutrina da soberania de Deus. Existem pessoas que pensam que porque a salvação não pode ser perdida também não precisam cumprir nada; imaginam que porque são salvas não precisam vigiar, orar, ler as Escrituras, evitar o pecado, resistir às tentações. Existem pessoas que pensam que porque Deus prometeu na Bíblia que “aos seus amados ele o dá enquanto dormem” (Salmo 127.2), não precisam trabalhar. Existem pessoas que pensam que o pecado que cometem é da responsabilidade de Deus, e por isso, ele não vai pesar a mão sobre tais pessoas. Existem vasos de ira que têm prazer no pecado, que se rebelam contra o Senhor e agem como os vasos da ilustração de Paulo, em Romanos 9.20, perguntando: “Por que me fizeste assim?”. Precisamos sim orar. Precisamos suplicar o cuidado contínuo de Deus. Ele se alegra com isso. Ele tem prazer em ver os seus filhos declarando sua completa dependência, carência e necessidade dele. Calvino afirma que, “ao declarar que Deus aperfeiçoa a salvação do seu povo, Davi não encoraja a ociosidade; antes, fortalece a sua fé e se anima ao exercício da oração”.[13]

· CONCLUSÃO


Quero concluir, relembrando a promessa e a advertência existentes no versículo 6: “O SENHOR é excelso, contudo, atenta para os humildes; os soberbos, ele os conhece de longe”. A primeira parte é o que se encontra em Isaías 57.115: “Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito”. Apesar de sua supremacia, Deus é acessível. Ele “atenta”, ou seja, ele presta atenção especial nos humildes. No entanto, Deus conhece de longe aqueles que são soberbos. Uma tradução possível é que Deus se mantém distante daqueles que são soberbos, que são altivos e arrogantes.

Com isso em mente, somos advertidos a mantermos sempre uma disposição humilde diante de Deus, reconhecendo que Ele é o Senhor cujo trono está nas alturas, que tudo o que temos não é nosso, mas sim dele, foi-nos dado por ele, para a glória dele. Com certeza, queridos irmãos, ao longo dos anos de nossas vidas temos experimentado muito a misericórdia e a bondade do Senhor; com certeza, experimentaremos isso muitas e muitas vezes ainda. Como nos colocaremos diante do Senhor? Com humildade e com ações de graças em nossos lábios e, acima de tudo, em nossos corações? Ou com soberba, arrogância e orgulho, vivendo como se não existisse nenhum Deus nas alturas?



[1] L. A. Schökel E C. Carniti, Salmos II (Salmos 73-150), (São Paulo: Paulus, 1998), 1571.

[2] Gordon D. Fee e Douglas Stuart, Entendes o que Lês?, (São Paulo: Vida Nova, 2001), 183.

[3] João Calvino, Salmos, Vol. 4, (São José dos Campos: Fiel, 2009), 473.

[4] Ibid, 474.

[5] BDB Hebrew Lexicon. BIBLEWORKS 7.0.

[6] Ibid.

[7] João Calvino, Salmos, Vol. 4, 476.

[8] Leslie C. Allen in F. F. Bruce (Org.), Comentário Bíblico NVI: Antigo e Novo Testamentos, (São Paulo: Vida, 2009), 894.

[9] L. A. Schökel E C. Carniti, Salmos II (Salmos 73-150), 1574.

[10] Leslie C. Allen in F. F. Bruce (Org.), Comentário Bíblico NVI: Antigo e Novo Testamentos, 894.

[11] BDB Hebrew Lexicon. BIBLEWORKS 7.0.

[12] João Calvino, Salmos, Vol. 4, 480.

[13] Ibid.

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